[CHIQUE É SER MALDiTO]

– Sempre/nunca [ avidamente]

Posted in -DRAMA by Bruno F. Duarte on novembro 25, 2008

Eu sempre matuto. Sempre infantil em matéria de ser matéria estável. Eu sempre quis saber sobre quem são as palavras, sobre o que é você – você nunca quis? Eu sempre, sempre, todo tempo, quis saber o que é. Certo ou errado. Bom pra mim ou morte. O Bruno sempre procurou a luz. Ontem eu gritei por Deus. E repeti, repeti, repeti, igualzinho escrevi aqui, só que por três vezes três vezes – repetido, igual está aqui. A toupeira sempre é toupeira. Todo dia. Tudo o que é bruno é escuro.

Eu nunca esqueço. Nunca adulto em matéria de ser matéria instável. Eu nunca quis lembrar que o mundo existe. Eu nunca entrei aqui antes de passar na sua casa. Você nunca dormiu aqui. A luz sempre me procura e ela quer me cegar. Ontem eu gritei teu nome. Eu desejava, desejava (alguém grita: Chega!). Eu nem sabia o porque. Nunca soube. Eu não sei porque me corroe essa falta de títulos. A verdade é sempre um pouco de sim e de não ou então a vida faria todo sentido, mas a vida mente e com cacófatos constrói sentidos avidamente.

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